quarta-feira, 13 de abril de 2011

Concordo a 101%



Este discurso, na sessão solene da abertura do ano judicial, em qualquer país em que houvesse ainda um resquício de moralidade e vergonha, implicaria que ou o autor ia preso por calúnias ou, no outro dia, rolariam muitas cabeças.

Isto foi dito na cara do Presidente da República... e nada aconteceu!

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